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O Guia de Sobrevivência Atualizado

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Douglanilo
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MensagemAssunto: O Guia de Sobrevivência Atualizado Dom Nov 22, 2009 5:11 pm


O Guia de Sobrevivência Atualizado: Escrito por um usuário Stratocaster.


Prefácio
Seja bem vindo a minha nova história que dessa vez eu penso que dê certo. Você vai gostar de ler, a história conta sobre que um Guia de Sobrevivência nas horas mais indesejáveis ou informações inúteis para a vida.

Além da aventura dos nossos bravos heróis, o narrador personagem, Jéssica, Paul e John. Também contando com nossos outros personagens como Adam Dant, Marcos, Jack, Johnny e vai indo.

Os créditos e agradecimentos estão incluídos na última página, então, não reclame depois.

Resolvi por enquanto, deixar um livro de pequenas páginas, mas tem uma ação, emoção, sátiras, coisas robóticas, malucas... mas enfim, boa leitura!


Índice
Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
Capítulo 14
Capítulo 15.0 até 15.2
Capítulo 16
Capítulo 17
Capítulo 18
Créditos e Agradecimentos


Última edição por Douglanilo em Seg Nov 23, 2009 1:46 am, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Capítulo 1 Dom Nov 22, 2009 5:11 pm

Capítulo 1


Eu estudava guitarra em casa mesmo. Não tinha dinheiro o suficiente para fazer aulas particulares. Aquelas organizações grátis de escolas públicas nunca dão certo comigo.

Acho que meu nome não é importante, porque é a mesma coisa falar o nome de um animal, de preferência um cachorro, e não querer saber mais dele. Ou também saber o nome do ponto C se ele vai ser um desvio do A ao B, sendo que o C vai ser destruído.

Enfim, a minha história começa quando pela primeira vez fui chamado em uma escola pública para fazer uma apresentação cover¹ dos The Beatles, já que eu os admirava muito.

O capítulo 1 é uma coisa sem noção, por isso que é tão pequeno assim.

¹Cover no caso seria fazer uma regravação de uma música, um instrumento ou mais.


Última edição por Douglanilo em Dom Nov 22, 2009 5:13 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Capítulo 2 Dom Nov 22, 2009 5:13 pm

Capítulo 2


Como disse antes, minha primeira apresentação. Hoje estou escrevendo atrás do palco, onde estarei com outros guitarristas.

Fiquei amigo de dois guitarristas, Jéssica Mowbor e Paul McYiun, claro que não sei porque eles têm esses sobrenomes tão... esquisitos.

Jé, apelido da Jéssica, era uma garota que não ficava trancada no quarto e preferia apenas sair com os amigos mais próximos, não era baladeira. Tinha uma Fender Stratocaster Vermelha, e era bem limpo, diferente da minha guitarra, que falarei sobre ela depois. Loira, magra.

Paul, sem apelido, era mais ou menos o oposto da Jé, gostava de ficar no quarto trancado, e era difícil ver seu rosto, é como se vivesse como emo, mas ele era diferente, não gostava de usar facas e nem pintar ao redor do olho. Ele tinha uma ESP Alfee Custom SEC-280TC², bem bonita... e cara. Mas como ele era tímido demais, ele nunca foi baladeiro e nunca saía. Só foi para a apresentação pois ele precisava para ganhar umas notas. Alto, cabelos azuis. Só usa camiseta branca.... que estranho.

Não gosto de contar detalhes físicos, acho superficial demais... a mesma coisa se eu disser que o papel higiênico tem desenhos de coelhos, mas a fibra dela é muito boa.

Vamos ao que interessa... eu toquei algumas músicas do The Beatles, como Here Comes The Sun, com a minha Eagle STS001 preta, que ganhei da casa, como não tinha coisa melhor que fazer, ela caiu do nada da minha cadeira e tem umas lascas de fora... além de 23 pessoas, ninguém mais percebeu.

Paul, com aquela guitarra invejável, tocou também outra música invejável, o Canon Rock, do Jerry C.

Como não sou um perito em músicas, não consegui identificar todas as músicas que Jé tinha tocado. Todo mundo aplaudiu. E depois dessa apresentação, fomos trocando shows por comida... que coisa, me arrependo de ter trocado um solo por um chiclete. A mesma coisa que eu trocar uma barra de ouro por um chiclete... mas é a mesma coisa mesmo.

Ah sim, o nome da banda é Ever Rock Team...
Como não tínhamos percussão e usávamos uma percussão virtual e nunca conseguíamos operá-lo (que mostrava a inteligência de Jé com isso), tivemos que contratar um baterista. Achamos um ideal: John Milton, que dessa vez tem um nome mais bonito. Ele tem 32 anos, calvo, alto e com bigodes, gosta de malhar e tem preferência em músicas pesadas do que mais pesadas.

Mas um dia, aconteceu algo interessante, estávamos acabando o show na casa do 'Jack, o Coelho' e um empresário chamado Adam Dant nos ofereceu uma boa quantia de dinheiro para tocarmos num cruzeiro no Atlântico, chamado Suburban. Se aceitamos? É claro que aceitamos, nem durou uma fração de segundo para pensarmos três vezes (pois pensamos duas: sim, sim).

No dia de embarque, nos juntamos no porto, estava frio. Jé esqueceu de pegar seu cachecol favorito (que tinha listras vermelhas horizontais com fundo rosa) e seu outro cachecol favorito, caso esquecesse do primeiro, interessante. Paul nunca sentia frio, nem calor, sempre ficava com sua camisa branca e calça azul. Eu? Estava com um blusão preto e uma calça de duas camadas azul também.

- Que frio... - Jé reclamava do frio. - … que falta do cachecol... que frio...
- Vamos nos aquecer no navio, calma. - Eu disse.
- Vocês se importam com o frio? Só espero quando fomos tocar... no meio daquela gente. - John estava nervoso já.
- … - Paul nunca falava...

Adam Dant estava chegando, com seu sobretudo 'Neo Style': estava com óculos escuro, um cabelo com gel espetado e um sapato bem interessante.

- Prontos?
- Se for para vermos a lareira, estávamos prontos desde quando pisamos no porto. - Jé estava ansiosa pelo calor.
- Haha, vamos, fale com Angélica, te guiará para seus quartos.
- Obrigado – Todos disseram, por exceto Paul. Educação vem de casa...
- Ei Paul, está tudo bem? Você está quieto desde ontem. - Tentei falar com ele, pois o pessoal estavam receosos em tentar falar com ele.
- Sim, estou bem, obrigado. Agora vamos. - Falou friamente para mim.

Seguimos então Adam Dant para a entrada do navio e por seguinte, alguma coisa esquecemos: os instrumentos. Eram muitos e principalmente pesados (vide bateria do John). Saquei o meu livro virtual Guia de Sobrevivência Atualizado e comecei a ler enquanto o pessoal procurava alguém para levar os instrumentos.


Última edição por Douglanilo em Dom Nov 22, 2009 5:26 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Capítulo 3 Dom Nov 22, 2009 5:18 pm

Capítulo 3


O livro Guia de Sobrevivência Atualizado diz que a melhor coisa que se fazer enquanto um grupo de pessoas estão procurando alguém para levar suas bagagens é fazer que elas levem as suas próprias bagagens. E que é uma burrice alguém tentar levar algo que é o dobro do peso, ou não.
Uma boa opção é encontrar alguém para levar suas bagagens.

Também há dados 'sobre porque este livro existe'. Só acessando a página de busca do livro por 'História do Guia de Sobrevivência Atualizado' e será encontrado.

Também há dados sobre a 'página de busca'.
A página de busca consiste em uma cópia do Google, onde que ele apenas procura as palavras e sem pensar duas vezes é encontrado o resultado. O criador é impossível dizer, foi-se copiado de um robô depressivo que pensou que fazer um Google seria ótimo para passar suas noites enferrujáveis.

Também há dados sobre o 'robô depressivo'.
Os robôs depressivos são uma inteligência artificial banida pelos cientistas até quando eles se tornaram depressivos, o motivo é que os cientistas ficaram depressivos e os robôs gostaram da ideia. Eles tem um astral maior que o ser humano capaz de fazer tudo, mas o erro fatal é que eles são depressivos e ponto final.

Também não há dados sobre 'os cientistas depressivos'. Foram excluídos por um hacker book.

Também há dados sobre 'hacker book
Hacker book é um hacker que edita livros para o proveito próprio, ou desmanchar alguma coisa que poderá interferir em sua vida, para o proveito próprio. O único problema deles é que para ser um, basta ter uma caneta especial. Mas essa caneta é tão rara que foi banida pelos cientistas depressivos.

Também não há dados sobre 'os cientistas depressivos'. Foram excluídos por um hacker book.

Dados sobre 'História do Guia de Sobrevivência Atualizado'.
História do Guia de Sobrevivência Atualizado é um livro usado por navegadores pesquisadores de plantão, onde há informações úteis para toda a vida. Mas o único problema são os hackers books. O criador do livro, não se sabe, mas a empresa do livro é uma empresa que ninguém conhece, nem o livro, mas há indícios que pesquisadores 'Guia da Sobrevivência Time Alfa' que quem fundou foi uma editora chamada The World of EverGrand.

Há dados sobre 'Guia da Sobrevivência Time Alfa'.
O Time Alfa é um dos times mais famosos dentre os Times de Pesquisa. Nele, havia 5 integrantes onde 4 poderiam ser do The Beatles, mas ninguém poderia dizer, pois não existia o História do Guia de Sobrevivência Atualizado naquele tempo. O outro, só pode ser o primeiro cientista depressivo, mas ninguém sabia o nome dele, pois um Hacker Book deletou isso.
Não há dados sobre 'The Beatles'.


Última edição por Douglanilo em Dom Nov 22, 2009 5:26 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Capítulo 4 Dom Nov 22, 2009 5:25 pm

Capítulo 4


Entramos no cruzeiro, era bem bonito, a entrada leva ao corredor, onde em frente da porta da entrada e dando mais uns 10 passos, vemos uma porta dupla, que chegaria ao Salão, onde seria o nosso show.

- Que lugar... MARAVILHOSO! - Jé entusiasmada.... demais – Já sinto o calor e...
- Vamos. - Interrompi, espero que isso não afete a nossa amizade.
- Vamos. - Concordou John.
- Senhores e senhora, por favor, me sigam, meu nome é Angélica e fui chamada por Adam Dant para levá-los até seus quartos. Vocês deverão ter um quarto para cada um, peguem as chaves antes, cada chave há um papel revestido de plástico com o número do quarto: 53, 54, 55 e 56. Vocês tem o direito de escolherem, o computador está de bom humor hoje.
- O que quer dizer com isso? - John indagou.
- Quer dizer que vocês podem escolher um quarto com esses números. 
- O quarto 54 tem uma vista melhor que todas? - Jé começa a ficar escandalosa em questão de escolher quartos.
- Me disseram que no pôr-do-sol, há uma luz verde se for vista em uma perspectiva boa. Nunca vi, mas deve ser linda. - A moça responde tranquilamente.
- Fico com o 54!
- Certo... vou ficar com o 55. - Falei... sei lá, eu acho que gosto de números iguais.
- Então eu fico com o 56 e o Paul com 53, tudo bem?
- Pode ser. - Disse Paul.
- Ótimo, está combinado. - John responde.
- Agora, me sigam enquanto eu preencho a papelada.
- Papelada? - John indagou novamente.
- Sim, o contrato do show, os benefícios como convidados especiais do Sr. Adam Dant. Iupi, quero ver o show de vocês, hein! - A moça Angélica poderia ter bebido um pouco... ou era uma personalidade variável de 01 a 03.

Variável 01 vale como Normal;
Variável 02 vale como Formal;
Variável 03 vale como Anormal.

Fomos então para os nossos quartos, seguindo a moça de três variáveis Angélica. Ela se despediu, agradecemos e cada um entrou em seu quarto e mobiliou do jeito que preferir. Vou começar por mim dessa vez, mas antes, vou descrever como seria um quarto desse navio.

Vamos dizer que só não é um cubo porque não teria como uma porta ficar no lugar certo. Haveria uma beliche, mas como é um quarto para um, só tem uma cama de lençol cinza, colchão bem mole. E o chão, de madeira para parecer rústico. E há janelas pequenas no lado oposto da porta, onde podemos ver o mar, há uma cômoda branca e também um armário branco. 

Meu quarto ficou assim: na cômoda coloquei tudo o que tinha de roupa, no armário ficou a minha Eagle STS001. Como tinha uma toalha bem fina e de uma cor mais bonita, troquei o lençol. E então, peguei outra toalha que poderíamos dizer que é um cobertor digno de uso e usei como cobertor digno de uso.

Simples, agora vou dar uma olhada nos quartos dos outros... ou não.
Fui caminhando então para o quarto 56, que é do John (o mais perto). Bati a porta e John falou alguma coisa inaudível.

- John?
- Hãã, quem é? - Abriu a porta – Ah, é você, o que faz aqui?
- Será porque sou seu vizinho e quero saber como está indo?
- Boa resposta, entre. Tenho um banco sobrando. Se quiser tomar um chá...
- Você disse chá?
- Disse, por quê? Gosta de chá?
- Eu amo chá.
- Falou minha língua, vamos entre, tenho um balde.
- Sério?
- Não.
- …
- Vamos, entre logo.

Entrei. Vi um quarto todo rústico, eu acho que John fez uma reforma, não acredito. A cama ficou toda trocada, a cama, a cômoda, o guarda roupa e uma mesa e duas cadeiras estavam lá a mais. 

- Aceita um chá?
- Hum... claro.
- Tome.
- Hum... obrigado.
- E então, quando vai ser mesmo o show?

Cuspi o chá no chão.

- Hoje.
- O quê?! - John engoliu antes de cuspir.
- Acabei de lembrar, é hoje!
- Mas calma... é quando?
- Deixo ver aqui no meu celular... um... agora são 10 horas da manhã, o show é às 7 da noite. Ainda temos o almoço... dá para fazermos mais um ensaio às 2, acho.
- Beleza. Vou me arrumar aqui e estarei esperando no Salão.
- Certo, vou ver os quartos com o pessoal então.
- Falou cara. Nos se vemos lá.
- Até.

Então, saí do quarto rústico 56 e fui para o 54. O quarto da Jé. Bati na porta e vi que estava aberta.

- Está aí Jé?
- Hã? Oi?
- Hum... desculpa, a porta estava aberta.
- Ah, tudo bem, aceita um suco natural?
- Hum... claro.
- É de... limão...
- Êpa.
- Hehe, eu sabia, brincadeira, é de uva.
- Ah sim. - Aceitei o suco e bebi, claro. 
- Então, você não veio aqui por nada, né?
- Bem, só passei para ver os quartos e avisar que o show é hoje às 7 da noite. E talvez tenhamos um ensaio às 2.
- Certeza...?
- Sim, acho que sim. Então... tchau Jé, vejo você no Salão, no almoço.
- …. Tchau.

Alguma coisa estava diferente, mas então, fui logo para o quarto do Paul, o 53. Bati e dessa vez estava trancada mesmo.

- Paul? Está aí?
- Não.
- Ah certo e... Ei, você está aí. Posso entrar?
- Pode.

Escutei umas 5 trancas sendo abertas.

- Hum... Oi Paul.
- Oi, veio para quê?
- Vim avisar que o show será às 7 da noite. E talvez tenhamos um ensaio às 2. Vamos nos juntar no Salão, no almoço.
- Certo, obrigado. Tchau.
- Tchau. 

Acho que Paul precisa melhorar a sua vida social. Então, fui dar uma olhada de volta ao meu quarto, para pegar minha mochila de coisas, como por exemplo o meu Guia de Sobrevivência Atualizado. Muito estranho, ouvia um riff de Sweet Child o' Mine. Enfim, peguei meu celular novamente para ver as horas e após isso passar tempo jogando Guitar Hero que nunca entendi porque são 3 cordas.

Ainda são 11:56, tenho mais algum tempo, aproximadamente 4 minutos. A mesma coisa contar os segundos, sendo que quando se conta, já se passou. Ou a mesma coisa que você falar 'o que eu farei agora?' se o momento já passou. Acabei encontrando um senhor de idade passando mal, tive que gastar 0.50 centavos por minuto para dizer que não fui eu que fiz o senhor se sentir mal. Enfim, isso me fez passar tempo e fui para o Salão.

- Olá! - cheguei a nossa mesa.
- Olá!
- Cadê o Paul?
- Ele já vem, está dialogando com o moço que esbarrou ao tentar pedir 'Coca'. O moço entendeu que seria uma cocaína. - Jé respondeu.
- Hum... eu deveria estar lá, nunca vi ele dialogando desde da primeira apresentação.
- Pena. Então, sente-se, vamos comer. - John respondeu.

Aí do nada, apareceu nosso empresário temporário Adam Dant.

- Olá futuro grandes guitarristas e baterista famosos!
- Olá sr. Adam. - dissemos em uníssono.
- Falta um, não?
- Não. - Paul acaba de chegar.
- Olá Paul!
- Olá sr. Adam. 
- Haha, não precisam me chamar de senhor, somos amigos, não?
- Sim, claro. - Respondi, já que não tinha mais nada o que fazer.
- Aproveitem a comida, vão precisar dela para o fôlego para às 7.
- Obrigado. - outra vez dissemos em uníssono.
- Qualquer coisa, anotem meu número. Até mais! 


Última edição por Douglanilo em Dom Nov 22, 2009 5:37 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Capítulo 5 Dom Nov 22, 2009 5:32 pm

Capítulo 5



São 1:50, eu pedi para nos encontrar na Sala de Ensaio, que é fechado a prova de som, vai nos ajudar a não encher os outros. Enquanto isso, lerei o meu Guia de Sobrevivência Atualizado
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MensagemAssunto: Capítulo 6 Dom Nov 22, 2009 5:39 pm

Capítulo 6



O livro Guia de Sobrevivência Atualizado diz sobre o que fazer quando se espera pessoas em 10 minutos, é gastando tempo lendo isso.

Há dados sobre 'passa tempo'.
Para passar tempo, pegue uma caneta e escreva neste Guia. Mas isso é impossível, pois essas canetas são tão raras que foram banidas pelos cientistas depressivos.

Mas dessa vez, não há dados sobre 'como conseguir a caneta que foi banida pelos cientistas depressivos', pois a única pessoa é aquele desaparecido da equipe Alfa.

Há dados sobre 'por que capítulos desse livro são pequenos demais?'.
Porque sim. 
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MensagemAssunto: Capítulo 7 Dom Nov 22, 2009 10:50 pm

Capítulo 7



Então, deu 1:58 horas e veio todos ao mesmo tempo.

- Puff, puff, oi. - Jé estava cansada... não me diga.
- Oi Jé. Oi John. Oi Paul.
- Oi. - Os três falaram em uníssono.
- O Adam Dant vem já.

Depois de 2 minutos, voa lá.
- Olá futuros guitarristas e baterista famosos! - Adam sempre com essa frase otimista.
- Olá! - dissemos.
- Eu trouxe aqui meu amigo Marcos e seu novo membro de sua banda, Jack. - Apresentando os dois, saiu da frente e deixou os dois na vista.
- Olá Marcos, olá Jack. - Comecei aos cumprimentos.
- Olá Ever Rock Team! Podemos tocar alguma música juntos? Como Canon Rock?
- Hum... acho que isso é com o Paul.
- Eu? - Ele saindo do cantinho depressivo para um olhar atento.
- Sim, você. Ei Jack, vai alí com o Paul, a gente faz umas bases improvisadas aqui e então vocês tocam a parte principal.

E foram, então fomos improvisar a base e ficou bem legal. Adam e Marcos se divertiram e trocaram ideias.
- Enfim pessoal, a banda tem que ensaiar, obrigado pela visita Marcos e Jack. Nos se vemos depois.
- Até Marcos, Jack.
- Até Marcos, Jack.
- Até Marcos, Jack.
- Até Marcos, Jack. 
- Até Marcos, Jack.
Então, eles foram.

- Vamos lá gente, um ensaio de todas as músicas até às 4 horas. Aí o resto fica com vocês.
- Certo, vamos lá banda! Vamos ver a lista de músicas... hum...
“...Temos de início a introdução do Canon Rock, que Paul irá fazer, aí então a 'Era Pré-História', depois 'Que País é esse v2', depois 'Canon Rock', aí então 'Game Players' e por fim em homenagem ao meu livro, 'The World of EverGrand'...”
- Nunca li esse livro... poderia me emprestar depois?
- Hum... claro. Bem, vamos ensaiar.

Ensaiamos muito até que deu 4 horas da tarde.
- Muito bem! Estão melhores do que ontem! Beleza, vou deixar o resto do tempo para se divertirem. Quero vocês atrás do Palco às 6. Até mais e valeu!
- Até.
- Até.
- Tchau Adam! - Jé falou diferente.
- Até.

Então ficamos o resto das horas no ba... lanchonete, como ia dizendo, quase nos esquecemos do show, mas como o Guia de Sobrevivência Atualizado tem um sistema de alarme, tocou às 5:40, mas entre 4:10, 10 minutos de chegada ao ba... lanchonete, até 5:40, ocorreu algumas coisas.

Encontramos Marcos e Jack, onde Marcos pagou um drin... suco para nós e Jack reclamou alguma coisa sobre 'ele paga pra eles e não para mim'.

Encontramos também um grupo de pessoas que parecem marinheiros de classe baixa, tinham um vestuário bem similar aqueles desenhos animados, há ha.

O que me intrigou é que o Paul ficou mais alegre, mais aberto desde o dia que dialogou com o cara da Coca. Ele mais o John ficaram falando que tem um lance entre eu e a Jéssica, mas isso nem tinha provas, porque Jé era capaz de lançar a cadeira neles... desde que o ba... lanchonete estaria vazio.

Enfim, era 5:41. 
- Vamos – Eu disse.
- Eu tenho que ficar aqui, preciso de dinheiro, esqueci no quarto...
- Não precisa, eu pago para você, eu tenho que fazer uns assuntos pendentes. - John já se adiantou em dizer, eu provavelmente poderia pagar.
- Certo, nos se vemos daqui er... 8 minutos!
- Até lá.
- Até lá.
- Até lá.
- Até lá.

Então, fui a minha cabine, peguei o meu livro Guia de Sobrevivência Atualizado minimizado em tamanho de bolso e deixei no bolso, e depois peguei a minha guitarra toda lascada que apenas 23 viram que está lascada. E fui junto com Paul, que estava mais alegre para atrás do palco do salão.

Depois de uns 3 minutos, John apareceu.
- Ah, olá John! Cadê a Jé? - Eu disse.
- Ela não está aqui?
- Como não? Você estava com ela!
- Eu disse que tinha que fazer assuntos pendentes.
- Eu acho que.... ei, que barulho é esse, Paul?
- Não sei.
- Bom, talvez possamos encontrar Jé... alguém fica aqui? John? Paul?
- Só sei que John não vai. Ele sumiu do nada. - Disse Paul.
- Você fica aqui?
- Não. Olhe lá fora.
- Por quê?
- Está pegando fogo. 
- O quê?!
- Está pegando fogo.
- Vamos, creio que o show será adiado, pegue a sua guitarra, eu pego aqui a minha e a bateria do John. - Ele fez o que eu mandei, mas parou quando percebeu que eu estava carregando muito peso.
- Deixe eu levar pelo menos os pratos.
- Certo.

No caminho, vemos a ambulância, os bombeiros também, já estávamos nos preocupando mais com Jé.

Corremos até a saída, estava cheia de pessoas então a saída ficou difícil para dois jovens com guitarra e bateria passar. Também vi pessoas chutando a parede. Sem pensar duas vezes, lancei minha guitarra com toda a força na parede, joguei de novo até que fez um buraco razoavelmente o suficiente para passar e corremos antes que a população veja o buraco.

Vi um garotinho com uma jaula vazia olhando para os lados, parecendo que estava procurando algo. Então deixei os instrumentos de lado e fui falar com ele.

- Hum... olá! Perdeu algo?
- S... sim... Caramelo... fugiu. 
- Caramelo?
- Meu rato, ele fugiu.
- Fugiu onde?
- … se ele fugiu, como vou saber onde ele foi?
- … - Essa resposta foi inteligente, admito.
- Me ajuda a procurar, moço?
- Sim.... qual o teu nome?
- Johnny, meu nome é Johnny.
- Hum... Johnny, estamos na maior tranquilidade enquanto o salão queima... vamos logo procurar esse Caramelo.
- Esse não, o Caramelo!
- Tá, que seja.

Vimos então a haste do palco cair, o garoto nem sentiu medo, ele estava decidido em achar esse bendito Caramelo. Fomos ver os quatro cantos do salão, mas sem resultado. O garoto desesperadamente dizia:

- Caramelo! Caramelo! - Podia jurar que ele estava querendo caramelo, ou aquele comercial bancando o tonto, aí faltava o 'chocolate' e o 'biscoito'. - Aqui! Ô homem-que-não-sei-o-nome! De baixo da mesa! - Ele se jogou ao rato e o prendeu na jaula.
- Eita.... agora vamos na maior tranqui... - o mastro do palco caiu bem em nossa frente – Vamos! Me siga!
- … hunsf. 

Demos uma volta no salão para chegar ao buraco que fiz, demos o pulo, peguei a minha guitarra, as partes da bateria do Milton, e logo que saí, os bombeiros chegam para entrar em ação.

- Não podiam chegar antes? Quase morremos incendiados! - Johnny ficou nervoso ou está brincando com eles.
- Desculpem, o tumulto nos fez atrasar.
- Johnny, preciso ver a banda, nos vemos depois.
- Mas... não sei onde ir, me perdi do meu pai e minha irmã, mas ela não conta.
- Mas que ótimo! - pensei. - Vem comigo. - disse.

Então corremos para o quarto 53, para ver o Paul. Mas só vi a guitarra dele e as partes da bateria, então peguei tudo e levei para o quarto 55. Johnny foi amarrar os tênis, no corredor. Entrei no quarto, suspirei e ouvi a porta se mexer, virei e quando virei, no mesmo segundo, levei um tiro, provavelmente de uma pistola silenciosa em meu braço.

- Argh! - caí no chão, e então pensei em uma fração de segundos, para evitar que Johnny venha saber o que houve – Ei Johnny, a onde quer que esteja, fuja enquanto der certo.
- Quem é Johnny? - a voz que poderia ser de quem me atirou, estava distorcida, provavelmente estava usando máscara de distorção de voz.
- Ugh... isso dói sabia?
- Quem é Johnny? - a pessoa me segurou pela camisa e me levantou - Quem é Johnny?
- Johnny quem? Argh! - ele me jogou no chão e disparou outro tiro, mas por pouco me acertou, eu virei e então ele acertou ao lado do meu outro braço. - Quem... quem é você?
- É para seu próprio bem, você não morrerá, no máximo, teu braço amputado, que é impossível.
- E isso é uma coisa boa?!
- Eu poderia ter te matado... - o homem tirou a máscara de distorção de voz - … amigo.
- O quê?! Paul?! Ei! Volte aqui! - 'Paul' saiu correndo – Urgh.... - desmaiei.

Meu Guia de Sobrevivência Atualizado começou a apitar do nada. 
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MensagemAssunto: Capítulo 8 Dom Nov 22, 2009 11:26 pm

Capítulo 8



O Guia de Sobrevivência Atualizado apita quando não tem nada o que fazer enquanto está preso em um bolso de tamanho pequeno.

Há dados sobre 'apito do Guia de Sobrevivência Atualizado'.
Isso acontece quando não tem nada o que fazer enquanto está preso em um bolso de tamanho pequeno, além do que, isso foi atualizado antes dos cientistas depressivos, ou seja, alguém existiu antes deles. E isso mostra que a Equipe Alfa não foi a primeira do mundo.

Há dados sobre 'o homem antes dos cientistas depressivos'.
Este homem, editado por um hacker book, foi um carregador de bananas durante o comércio lucrativo em Portugal e sendo que depois teve que comprar roupas e sofás para a esposa, e aí então seu filho foi o primeiro cientista depressivo, depois do ex-homem cientista depressivo.

Há também uma discórdia entre leitores desse livro, pois tem muita pouca informação. Mas isso foi retirado pela moderação on-line do livro.

Há dados sobre 'moderação on-line'.
Essa moderação é composta por uma mesa quadrada de forma circular que é redonda, por 3 empresas que nunca existiu, que dessa vez o artigo por protegido por um expert book. A empresa Orange e a empresa Macrohardware e a empresa Ursa Maior foram as fundadoras que nunca existiram. Cada uma tinha a intenção de manter o livro mais seguro que a Wikipédia, que amassou as três empresas.
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MensagemAssunto: Capítulo 9 Dom Nov 22, 2009 11:28 pm

Capítulo 9



- Ei! Acorda! Acorda!  - Ouvia a voz de Johnny.
- Hã...? O quê...? Ai, meu braço... Onde estou?
- No hospital do navio.
- Isso aqui tem hospital? Essa é nova. - acabo de me lembrar da boa prestação de serviço dos bombeiros.
- Um tal de 'Paul' te visitou – disse friamente.
- O quê?! Como isso...?
- Não sei, cara. Vi esse nome no catálogo de nomes.
- Mas poderia ser qualquer outro 'Paul'.
- Pode ser...
- E então? Notícias da Jé e do John?
- Talvez não queira saber.
- Por quê?
- Pegue o jornal 'Positivo'.
- Onde?
- Bem do teu lado.
- Ah.
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MensagemAssunto: Capítulo 10 Dom Nov 22, 2009 11:30 pm

Capítulo 10


Jornal Positivo, as suas folhas do dia-a-dia.

Possível ataque terrorista no navio cruzeiro Suburban. 

O primeiro ataque foi um incêndio no Salão do navio cruzeiro Suburban e depois, um ataque às cabines, onde o herói Jack [que não sabemos o seu sobrenome] socorreu a maioria das pessoas que estavam dormindo ou não percebidas do incêndio. E após isso, um tiro de uma pistola silenciosa em um membro integrante da banda Ever Rock Team, e o possível-único terrotista identificado e visto é Paul McYiun.

A banda no momento se encontra indisposta para descrever, um está no hospital do navio, outro foragido no navio, outros dois desaparecidos. Uma investigação foi aberta.


Livro Guia de Sobrevivência Atualizado foi banido pelos cientistas depressivos.
Isso aconteceu, pois, os cientistas acharam que a melhor ideia para que não ficarem mais depressivos é largarem o projeto. E então todo humano que tiver o Guia deverá destruí-lo ou será auto-destruído.

Mas isso não deu certo, pois ninguém sabe que livro é esse.

Possível hacker da Europa aterroriza o planeta todo...


Última edição por Douglanilo em Sex Jan 29, 2010 8:55 am, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Capítulo 11 Dom Nov 22, 2009 11:36 pm

Capítulo 11



- Ei! Por que rasgou o jornal? 
- Leia.
- Já li.

O silêncio predominou por uns 2 minutos.

- Ei. - Johnny começou a falar – tem algum celular aí?
- Ah, tenho um aqui... pode pegar.... deixa, eu pego. - fucei meu bolso... encostei no Guia, achei meu celular Nokia 5310, entreguei a ele. - Tome... tem crédito.
- Valeu. - começou a digitar – atende... vamos... Oi? Pai? Oi pai! Pode me buscar? Estou no hospital do cruzeiro, não, não, estou bem, estou com um amigo. Té mais, tchau. - clique.
- Que legal. Por que não pediu o celular no Salão?
- Sei lá, desespero. Tem um papel aí?
- Não... isso não tenho. Deve ter um por perto, veja aí nas mesas. Cadê o doutor? Preciso agradecer pelo suporte.
- Hum... Johnny?
- Pai! Pai!
- Oi filho! Que bom te ver, Alice começou a se preocupar contigo.
- Sério?
- Não.
- Ei, vou indo nessa, nos vemos depois! Valeu por toda a ajuda! Até.

O silêncio predominou de novo outra vez até que o doutor apareceu.

- Ah, finalmente o doutor veio! E então? Vou ficar bem?
- Sim, sim. O teu braço esquerdo foi engessado, vide olhar pra ele, e depois de um mês estará de alta do mesmo. Então sugiro que não toque guitarra mais. - Hum, eu tenho ainda a direita, eu posso ainda tocar.
- Certo...
- Eu sugiro que espere aqui até a polícia chegar, as pessoas estão em pânico com o famoso 'Paul'.
- Sei, sei... um... obrigado doutor....?
- Dr. John Milton. 
- John? Você mesmo? - comecei a me sentir idiota.
- Há há, eu mesmo, não conseguiu me identificar?
- Com essa máscara? Não tem como. Onde esteve?
- Me disfarçando do 'terrorista'... decepção do garoto. Éramos amigos...
- O que ele fez além de me dar um tiro? - disse em meio tom irônico.
- Além de me cercar, ele me chantageou, trocando a localização da Jéssica por não contar o meu contrabando antes da banda.
- Contrabando?
- Sim, me desculpe por não dizer, eu vendia drogas, mas nunca os usei, enfim, quando eu entrei na banda, já tinha parado, queria recomeçar a vida.
- …
- Vou ter que sair da banda depois de tudo isso.
- …
- Vamos sair daqui, os policiais estão vasculhando todo o navio.
- …
- Ânimo, vamos sair dessa.
- Ei John.
- Sim?
- Onde está a Jé?
- Morta. Provavelmente.
- …
- Vamos.

Fui seguindo ele, mas com uma mente focada na Jé. O que ela fez para morrer? O que fez Paul a me atirar no braço? Por que John foi um contrabandista? Por que isso tudo isso aqui? Por que um mais um não é cinco? Cadê os policiais?
A última pergunta foi respondida.

- Parem! Identificação.
- Ei... - John disse para mim em um tom baixo – te vejo depois. - Ele saltou por cima dos policiais.
- O quê?! Ele é o batman?! 
- Hum... senhor policial, aqui minha identidade.
- Você estava com ele?
- Creio que não.
- Certeza?
- Não, mas não pularia por cima de vocês. Seria uma ação irreversível, eu ficaria traumatizado em acertar meu pé em sua cabeça e então...
- Certo, passe logo.
- Obrigado, mas se eu acertasse....
- Passe logo.

Fui andando e depois de perder a vista dos policiais, fui correndo procurando por John.

- Aqui. Venha. - uma voz sussurrada aparece de uma cabine.
- John?
- Não, é a Jé, venha. - entrei.
- O quê? Você está viva?
- E por que estaria morta?
- John disse que...
- Você ainda fala com ele? Ele é um comparsa do Paul.
- E como posso saber se isso é verdade?
- Sabe quando lá no... na lanchonete? John me perguntou se eu queria uma quantia de dinheiro para te fazer vir até mim, sendo que você acharia que eu morri e você confiaria neles.
- E você aceitou essa horrível proposta?
- Sim.
- O QUÊ?!
- Desculpe. - ela foi se afastando, provavelmente chorando. Apareceu das sombras atrás da cômoda. Eram John e Paul.
- Vem. - John me puxou violentamente. 

Jéssica começou a se mover.
- Jéssica, vem.
- Não.
- Como não?
Jéssica segura firmemente uma arma pistola silenciosa [como não sou perito, não sei como distinguir as armas] em direção de John. Sendo que só ela tinha a pistola: os três compartilhavam a mesma arma, olha que beleza.

- Isso é um motim?
- Não, é a justiça para todo o nosso bem.

Enquanto todos estavam paralisados pensando se Jéssica sabia realmente que a pistola tinha bala ou não, eu reagi, abaixando e dando um soco na barriga de John e então me joguei em Paul, depois me juntei a Jéssica e a levei para fora, e fomos correndo.

- Me desculpe... eu não deveria ter aceitado.
- …
- Sério, me desculpa mesmo.
- Vamos deixar passar, pelo menos a nossa ideia deu certo.
- Nossa ideia? Aquilo era uma?
- Era, não era?
- Ah é, lembrei.
- Que horas são mesmo?
- Agora é umas 8.
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MensagemAssunto: Capítulo 12 Seg Nov 23, 2009 12:55 am

Capítulo 12



Em uma cabine... muito, mas muito perto da cabine 55... estava eu e a Jéssica conversando entre 5:52 e 6:00.
- Hum... então é isso?
- Sim.
- Gente sacana. Eu confiava neles.
- Sim.
- Mas isso é verdade?
- Sim.
- Tem como você provar?
- Sim.
- Tem como você parar de falar sim?
- Sim.
- … Mostre a prova... por favor. - a retroprojetor começa a mostrar imagens da câmera DSC-W35.

- Jéssica, então é isso. Você vai ser dito como morta, para que ele acredite em nós aí então você será poupada e não envolvida em nosso trabalho. - John começou a falar em um modo calmamente.
- E por que está falando isso para mim?
- Você é a pessoa mais achegada a ele desde que se conheceram na apresentação.
- Certeza?
- Sim. Estávamos o vigiando desde aquele dia.
- Mas por que isso?
- Ele é o homem procurado pelo ser que tem a caneta especial autografada por um hacker book.
- E o que é isso?
- Vamos dizer que uma pessoa procura ele, pois ele vai ser famoso.
- E por que então querem pegá-lo? 
- Por que essa caneta vale ouro e os cientistas depressivos querem ela também.
- Não seria mais fácil dizer que os cientistas querer a caneta e por recompensa ouro?
- Tanto faz. Então, ele não deve saber disso, pois então ele poderá saber do nosso plano.
- Dã.
- Quê?
- Nada.
- Então, topa?
- Topo.
- …
- Que foi?
- Foi muito rápido. Nem pensou.
- Eu quero minha parte do dinheiro.
- 1/23 do ouro, pode ser?
- Razoável.
- Certo. Até logo.
- Até.
- o retroprojetor parou.

- Isso explica muita coisa.
- Mas que coisa é essa?
- Uma longa história...
- … conte essa longa história?
- Certo.
Então foi contado a longa história.
“Eu ganhei o livro em um pacote de plástico de cor azul escrito: 'use-a bem' e então eu comecei a ver que não é um livro comum e sim um livro futurístico que deveria ser mantido seguro.  E então eu folheio ele todo dia e blá blá blá...”
- Que história longa...
- É. Agora vamos.
- Tchau.
- Tchau.
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MensagemAssunto: Capítulo 13 Seg Nov 23, 2009 1:02 am

Capítulo 13



O Guia de Sobrevivência Atualizado tem um propósito significante para a salvação da Terra.
Três pessoas aliadas a uma organização de Nerds, cada um de uma facção, resolveram dominar 3 pontos da Terra: Alasca, Butão, Tanzânia.
Eles vão fazer uma ponte ligando os três países e no centro, seria o 'Centro de Encontro', eles entrarão para a história como pessoas que conseguiram mergulhar e chegar até o fundo do Mar Morto e então irão estudar a língua egípcia por alguns meses, dominarão o Egito e as vizinhanças até dominar a África e consertarão a camada de Ozônio da Terra, ganharão dinheiro, farão projetos beneficentes, ficam então aliados dos EUA depois da guerra de separar o Alasca e farão parceria com a NASA.

Eles têm até 21.12.2012 para isso.
Há artigos protegidos sobre este assunto:
Organização de Nerds
Os três dominadores do mundo
Projetos Beneficentes
Guerra do Alasca
Parceria com a NASA
Voo para a Lua


A organização de Nerds foi criada por um jovem de nome desconhecido, pois um hacker book conseguiu editar o artigo. Esta organização era tão inteligente que conseguia bater as informações da NASA, por isso fez aliança com esses dominadores do mundo, pois, inteligência mais poder é igual ao poder mais inteligência.

Os três dominadores do mundo, dois anônimos submetidos ao grande Q., o conquistador do mundo. Eles tinham objetivos, além de dominar a Terra, é se salvar dela, pois iria ser destruída pelos alienígenas, ou pelo governo dos EUA, ou uma rebeldia total, tanto faz, desde que eles se salvariam da Terra, então indo para a Lua, o satélite mais perto e possível para a estalagem.

Os projetos beneficentes foram criados para fazerem foguetes e levarem as crianças, jovens em geral para criarem uma nova espécie terráquea na Lua, ou não. Se sobrar, ficariam os adultos e velhos. Mas, os velhos deveriam descrever as suas vidas por meio de um diário, que será levado pelos netos, para que então, a história da Terra seja lembrada.

A Guerra do Alasca aconteceria se os EUA não cedesse, e claro que não iriam ceder. Provavelmente iriam fazer de tudo para não perder, mas não contavam com robôs.

É claro que a NASA não podia perder se a EUA perdesse, então fariam uma parceria, onde que então disponibilizariam mais foguetes e toda tecnologia em troca da salvação da Terra.

E por fim, a ida à Lua será uma nova era dos humanos. 


Última edição por Douglanilo em Seg Nov 23, 2009 1:06 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Capítulo 14 Seg Nov 23, 2009 1:05 am

Capítulo 14



- Vamos! Precisamos impedi-los! 
- John, por que mesmo estamos correndo atrás deles?
- Pelo ouro.
- Mas ele nem tem a caneta.
- Ele vai ganhar.
- De quem?
- Isso eu quero saber.
- …
- Eles podem estar em qualquer lugar. Eu vou por alí e você vai por lá.
- E se eu ir por lá e você por alí?
- Tanto faz.
- …
- Vamos. Se alguém encontrar, ou não, nos encontramos em minha cabine às 10:45.
- Seguinte, preciso de um disfarce, pois será muito óbvio que eu sou Paul. Hum... já volto, pegarei minha máscara de voz distorcida e um capacete, e roupa de motoqueiro.
- E eu então fico com a roupa de médico.
- Certo.
- Certo.
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MensagemAssunto: Capítulo 15.0 até 15.2 Seg Nov 23, 2009 1:25 am

Capítulo 15.0



- Isso aqui tem uma LanHouse? 
- Deve ter, por quê?
- Talvez eu possa conectar no PC com um cabo provisório que o livro tem para eu achar as respostas.
- Que respostas?
- Das minhas perguntas.
- Que perguntas?
- Como por exemplo... por que essa bendita caneta nunca apareceu?
- Legal.
- Hum?
- A LanHouse está fechada. “Fechada temporariamente”.
- Tenho que fazer uma coisa que fiz... já tenho experiência, mas eu preciso voltar para minha cabine.
- Mas o que exatamente seria?
- Jogar a guitarra nesse vidro.
- Posso fazer outra coisa?
- A vontade.

Ela meteu um chute no vidro.

- Hum! Obrigado.
- De nada.
- Vamos ver... vou pegar um notebook, para agilizar o trabalho, e também a antena, podemos acessar em outro lugar menos óbvio. Me ajude e encontrar.
- Sim... hum... achei.
- Já?! Que rapidez.
- Aqui, no balcão, a antena também está no balcão.
- Obrigado outra vez.
- De nada.
- Ei... que lugar é mais não-óbvio para eu acessar a internet?
- Que tal na minha cabine? Fica ao lado deles, seria muito óbvio.
- Não. Eles já teriam pensado nisso. Hum... nos trancamos no porão do navio, acessamos, destrancamos e pegamos uma lancha.
- Boa ideia, onde fica o porão?
- Deixa eu pegar o mapa.... tem no meu livro.
- Esse seu livro tem GPS? - Ela apoia em mim em meu ombro.
- Não... infelizmente não. Pois aí teria que ter as localizações do Universo e Tudo o Mais.
- Ah... que pena. Bom, achou o mapa?
- Achei... olha aqui, estamos bem na LanHouse, passamos pelo Salão, vamos para a direita e descemos as escadas.
- Certo... como pegaremos a lancha?
T- enho meu celu.... epa, meu celular ficou com o Johnny. Mas eu ainda tenho um outro aqui. Falando nele... olha quem está me ligando. - Alô?
- É o Johnny, eu fiquei com o seu celular, se você me der um endereço eu posso te enviar por correio...
- Pode ficar com ele. - Nem pensei direito, eu estava  com pressa.
- Nossa, nem sei como agradecer...
- Não precisa, pois eu estou te agradecendo com a ajuda que me deu no cruzeiro, até mais Johnny. Nos vemos até um dia por aí.
- Tchau... e obrigado novamente!
- Generoso, não?
- Estava com pressa. Ligarei no caminho para a segurança daqui, se isso ainda existe. Vamos.

Então, fomos e tal para o lugar que escolhemos, liguei para a segurança.

- Alô? Segurança do cruzeiro Suburban?
- Alô. Segurança Segurança do cruzeiro Suburban, está falando com o agente Marcos.
- Marcos? Sou eu, o cara da Ever Rock Team.
- Ah sei, precisando de algo?
- Sim, uma lancha de escape.
- Ainda está no cruzeiro? Todos foram evacuados!
- Tem mais gente aqui, dois terroristas e dois civis, sendo que eu sou um e minha amiga outra.
- Certo, mandarei uma equipe especial no máximo em 20 minutos.
- Tudo isso?
- O máximo que posso fazer.
- Er... então obrigado pelo futuro resgate. Até.
- Até.
- Ei. - Jé estava me chamando.
- Sim?
- Vamos logo com isso? Quero sair viva daqui, sabe?
- Ah, certo.

Liguei o notebook e coloquei a antena. Depois de esperar essas benditas barrinhas ambulantes fui acessar o Google, o website mais rápido do mundo. Então conectei o Guia de Sobrevivência Atualizado no modo USB3. E pelo jeito, deu certo, apareceu um tal 'Seja bem vindo ao modo PC, clique aqui (touch) para continuar e aprender sobre o futuro e então liberar todo seu conhecimento e também ganhar a caneta, isso tudo nessa pequena frase que você acabou de ler'.

- Que mordomia. 
- É mesmo, gostei do livro. Pode me emprestar depois de tudo isso?
- Acho que sim.
- Como acha?
- Vamos, preciso saber disso aqui logo e ir embora.

Cliquei no touch. Agora o Guia vai fazer as coisas para mim. (?)


Capítulo 15.1


Havia um Painel de seleção, que nunca sabia que existia. Havia um botão em cada canto da tela: 'Onde Pegar a Chave', 'Como descobrir o futuro próximo', 'Sair' e por fim 'Por que não emprestar este Guia para Jéssica'.

- Escolhe o último aí, fiquei indignada com esse botão. - Então cliquei nesse botão. O Painel tinha um holograma de um jovem com óculos... tinha um gráfico horrível.
- Não pode emprestar, pois isso causará que este texto desapareça, pois no futuro, você emprestou. Se emprestar, Jéssica será procurada e presa até falar tudo o que leu, pois então você se sentirá culpado e então se mataria na hora mais crucial de toda a história e então eu não estaria passando essa mensagem.
- Razoável. Então... eu fico sem ler, e você não vai se matar, gostei.
- Acha isso engraçado? Vamos, preciso saber onde pegar a chave.
- A chave está em seu bolso.
- Sério?! - botei a mão no bolso... e achei meu celular. 
- O seu celular é a chave para pegar a caneta de escrever no Guia. Deixe uma mensagem no chão deste navio escrito 'TWEVER' e o futuro mudará para que então eu receba a sua mensagem e envie a caneta. - Então eu raspei TWEVER no chão com o celular. Se o livro estiver de brincadeira comigo, eu destruo ele, esse celular que nem sei a marca custou-me caro.

Depois de um minuto, apareceu do nada uma caneta e mais a frente: 'OBRIGADO, VOCÊ VAI SALVAR A TERRA'. Que brincadeira de mau gosto... mas não tem nada o que fazer, faltam 10 minutos ainda para o resgate chegar.

- Se está ouvindo isso, quer dizer que eu não falei aquilo, e sim estou em um futuro melhor, quer dizer que (a) você acaba de achar a caneta e (b) eu escrevi algo te agradecendo. Leve a caneta consigo, vai usar ela depois.

- Hum... de nada. Agora vamos no 'Como descobrir o futuro próximo'.
- Agora que você já salvou a Terra em parte, o futuro mudou, mas o que você deveria ter lido há algum tempo está ainda para ocorrer. Pois ele já foi modificado, pois também, tudo já ocorreu. Sacas?
- Ele me confunde, e ainda faz gírias, que beleza. - Cliquei em 'Sair'. 


Capítulo 15.2


- Ele já conseguiu a caneta.
- Como sabe disso?
- O nosso futuro mudou. Vamos, pegue essa pistola.
- Como sabe? Pega uma também.
- Olhe para baixo. - O chão começou a encher de água.
- O navio está afundando?
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MensagemAssunto: Capítulo 16 Seg Nov 23, 2009 1:31 am

Capítulo 16



O meu celular tocou. Era Marcos.

- Estamos à bordo, o problema que o navio está afundando, não sabemos como, mas está. Não há tempo para a perícia. Vá para o Salão, nossa força tarefa estão de procurando, onde estão?
- Estamos saindo o porão.
- Por que estão aí?
- É o lugar menos óbvio de todo o navio.
- Hum. Certo, eles vão te encontrar no caminho, haverá uma senha e contra-senha...
- Isso é hora de senha e contra-senha?!
- É, os terroristas, eles estão no navio.
- Ah certo, fale.
- Um dois três, três dois um.
- Que coisa mais óbvia.
- Que seja, agora vá e fique de olho.

- Ei Jéssica, ainda está com a arma?
- Sim...
- Sabe manuseá-la?
- Não.
- Deixe a arma comigo então.
- Mas eu tenho medo...
- É mais tenebroso ver você armada sem saber manusear a arma do que eu ter a arma sabendo manusear.
- Tá, toma, eu acho que ela tem balas.
Acha? - Fui então ver se tem mesmo – É, tem, apenas 3. 
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MensagemAssunto: Capítulo 17 Seg Nov 23, 2009 1:36 am

Capítulo 17



Fomos andando lentamente, grudados na parede em busca de proteção contra eles, sendo que cada um tem uma arma, ou seja, dois contra um ainda que esse um tem um civil a proteger.

- Fique atenta, Jé, e fale baixo.
- …

Então, ouvimos passos, não queria gastar as 3 balas que tinha, então nem carreguei, e isso foi uma burrice. Entre o corredor e as escadas, via um vulto se mexendo com uma pistola que dessa vez não estava com silenciadora, então eu tinha mais chance, mas eu não podia matar, o máximo, eu podia atirar em sua perna e depois roubar a arma... uma boa estratégia.

Quando o vulto chegava mais perto, voltei um pouco até aparecer uma parede como barricada, para caso eu errar, ter proteção, mas quando pensei que consegui destruir a parede com duas jogadas de guitarra, desisti da ideia.

O vulto chegou mais perto, e colocou a perna na frente antes de olhar para o lado. Atirei nela e o vulto caiu, e com o impacto, a arma saiu de seus dedos. Então me joguei para pegar a arma mas no mesmo instante, outro vulto ia em minha direção. Então virei, puxei o homem com vestuário de motoqueiro e coloquei em minha frente.

Bangue. O médico atirou 3 vezes sem pensar duas vezes. O motoqueiro dessa vez caiu mesmo e eu atirei na perna do médico, ele escapou e saiu correndo.

Tirei o capacete, era Paul. 

- Paul?! Por que me fez isso?
- Ugh... agora trocamos de lado, né amigo? Só que dessa vez, eu vou morrer. Só quero que agora você mate de vez esse canalha...
- Você vai ficar bem, a força tarefa está vindo.

Tiros começaram a ecoar. Talvez seria a força tarefa, ou algo pior.

- Vão, me deixe aqui. Eu devo morrer mesmo.
- Jé, fique aqui, toma, fica com a silenciosa, coloquei mais balas, a pistola por sorte é a mesma.
- Mas não sei manusear ela...
- … mas o médico não sabe que você não sabe.
- Certo.
- Até.
- Ei...
- Sim?
- Se isso não der certo, que acontecerá?
- Só o holograma no futuro sabe.
- Mas... e agora? Aqui?
- Não sei.
- Então...
- Então...?
- E se esses momentos sejam os nossos últimos momentos... pelo menos quero deixar isso claro... - ela se aproximou e me beijou. 
- Até...
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MensagemAssunto: Capítulo 18 Seg Nov 23, 2009 1:39 am

Capítulo 18



Esses foram os momentos mais estratégicos da minha vida. O médico estava na minha cola, e a força tarefa na cola dele. Era um ciclo vicioso, eu estava na cola da força tarefa.

O médico tinha mais experiência, acabei de ver 2 policiais feridos e um em estado grave.

Agora, tinha vários pilares, e em frente deles, tinha um grande espaço e mais a frente, duas escadas, um em cada canto, que iam para o meio, e então, esse meio tinha uma porta onde seria o Salão, o problema é que essa porta está sendo vigiada pelo médico.

Saltei para o outro pilar, o tiro da pistola quase chegou a acertar meu braço já engessado e chegou a furar minha calça. Que coisa, ela custou cara.

Então, levantei, e fui tentar ver onde o médico estaria, virei e atirei para o nada, só para ver se onde o tiro iria vir.
- Hum. - pensei – o tiro veio dali.

No outro lado do corredor, após os pilares, veio um policial e eu mirei a arma nele, mas ele disse:
- Um dois três.
- Três dois um. - Então ele deu um afirmativo e saltou sobre o pilar próximo.
- Com quem estamos lidando, jovem? 
- Com um homem disfarçado de médico que tem uma boa experiência em tiro. Dois homens estão feridos e um está em estado grave, não tem como acudi-los, estão no Salão.
- Que situação.
- Que situação.
- Então, vamos fazer o seguinte, eu tenho um colete a prova de balas, tenho mais segurança, eu vou me jogar para este próximo pilar e enquanto isso você vira e atira para o médico.
- Que coisa, e se ele souber desse plano, achar que seria óbvio demais? Espere, você é policial mesmo para fazer essas estratégias?
- Comecei hoje minha carreira.
- Ah sim, a força tarefa... muito boa.
- Obrigado. Vamos fazer o que eu disse ou não?
- Único jeito, não? Tá certo.

Fizemos isso, o cara se jogou, o médico atirou nele, e virei ao mesmo tempo e atirei nele, na perna, ele caiu.
- Boa, vamos agora antes que ele levante.
- … 

Então fomos correndo, o médico ainda está se levantando, paramos na escada, na parede dela, e então sem sinal de que ele levantou, corremos cada um em cada escada e então fomos mirar nele.

Mas o problema, o policial que começou hoje terminou hoje também, ele foi baleado no joelho, caiu da escada rolando, e eu chutei o médico e ele saiu rolando, e a arma saiu da mão, quando a barriga dele esmagou-a. Ele ficou inconsciente, empurrei ele para o meio, e chamei a Jé.

- Então, como está Paul?
- Morreu.
- Como morreu?

O silêncio predominou até quando 4 policias chutaram a entrada do salão, ou a saída. Tiveram um olhar tenso, viram dois civis armados, um policial gemendo de dor, um terrorista morto e um inconsciente.

- Um dois três!
- Três dois um!
- Vamos, a lancha está aqui, o navio pode afundar a qualquer hora. Agente 03 e 04, levem os dois terroristas. Agente 02, leve o colega gemendo de dor. Vocês dois aí, me deem a arma e me sigam.

Este momento mais ou menos seria umas 2 da madrugada.

Nós temos um objetivo a cumprir, não sabemos qual, mas devemos descobrir pelo O Guia de Sobrevivência Atualizado. 


Última edição por Douglanilo em Seg Nov 23, 2009 1:46 am, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Créditos e Agradecimentos Seg Nov 23, 2009 1:42 am

Créditos e Agradecimentos

Os nomes serão
citados como aqueles quiseram que como seriam citados ou que nem
poderiam estar aqui para dizer.


Douglanilo: escritor;
Luis...Ike: parte Johnny;
Phillip18: parte Jack;
Pedrofrq: ideias da dominação do mundo;
Douglas Adams: base do Guia
e das sátiras.

Mayumi: ideias da dominação do mundo;
funtwo: foi tirada a ideia da guitarra de Paul;
Eagle e Fender: guitarras;
The World of EverGrand: pela ajuda do pessoal e a leitura;
Renata: futura leitora deste livro;
Você: por ler.

Aguarde o próximo volume do Guia de Sobrevivência Atualizado intitulado O Holograma Sobrevivente.

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MensagemAssunto: Re: O Guia de Sobrevivência Atualizado Qui Dez 17, 2009 3:10 pm

Pelo visto vai haver uma continuação, certo? Bem, vou dar minhas primeiras impressões então. Começando pelas más:

- Desenvolvimento e conclusão muito rápidos;
- Falta de detalhes nas descrições dos eventos e ações;
- Diálogos, em sua maior parte, um tanto mecânicos;
- Humor às vezes forçado, estando em ocasiões erradas;
- Pouca ênfase no psicológico e emocional dos personagens;
- Falta de uma empatia maior para com o leitor;
- Alguns probleminhas na escrita.

Desses detalhes, o menos grave é provavelmente o que diz respeito à escrita. A maior parte dos erros encontrados vem do uso por vezes incorreto da vírgula no texto. Mas além de poucos, são erros quase imperceptíveis comparados aos outros, que ofuscam bastante o brilho da história.

Todos esses equívocos estão interligados de certa forma: o desenvolvimento e a conclusão dão-se muito rapidamente porque as descrições são poucas e insuficientes. Por conta disso, o leitor não consegue simpatizar com as personagens, que recebem pouco foco e têm pouco desenvolvimento no decorrer da trama. Além do mais, a falta de detalhes exige que a história desenrole-se por meio dos diálogos, estes sendo mecânicos e não transmitindo as emoções e estados de espírito dos interlocutores, o que torna os personagens ainda mais desinteressantes. E por aí vai.

Enumeradas e explicadas as críticas, é hora de relatar as boas impressões:

- O humor é um bom atrativo e cumpre bem sua função;
- História original e com reviravoltas interessantes;
- A linguagem é simples e concisa, tornando o texto fluente e agradável de ler;
- Usar uma variedade informal da língua nos diálogos torna os personagens mais humanos e faz o leitor se identificar mais com eles;
- O cliffhanger (final em aberto) deixa os leitores com expectativas de continuar a leitura.

Como dizem, é sempre mais fácil falar dos erros do que dos acertos. Isso porque não tenho muito para comentar: a história, como dito antes, poderia ser melhor contada. Entretanto, a essência dela é muito criativa e foi genial inserir uma trama de mistério em meio ao que parece ser uma simples narrativa sobre a trajetória de uma banda. A linguagem não é nem tenta ser rebuscada ou difícil, facilitando a leitura e evitando excessos. Outros fatores para uma leitura agradável são a coloquialidade das falas e as situações cômicas.

Conclusão:


Basicamente, o que você tem aí é uma história com um excelente potencial mas que poderia ser escrita melhor. Algumas dicas:

- A maior parte dos erros pode ser corrigida com leitura. É um velho conselho, mas definitivamente eficiente;
- Analise a estrutura de livros que goste para ter uma noção de como desenvolver sua história;
- Treine suas descrições e diálogos com frequência. Tenho até uns exercícios que podem ajudar e pretendo postar eventualmente no fórum;
- Organize suas ideias em um plano, definindo como a história vai começar, como e em que capítulos e parágrafos cada uma dessas ideias irá se desenvolver e como vai terminar.

Ah, quase me esqueço, mas aí vai uma outra dica: evite "começar pelo começo". Os autores geralmente iniciam o livro pelo clímax ou
algum outro momento de tensão que seja ao mesmo tempo aparentemente confuso para deixar o
leitor na expectativa de um desenvolvimento interessante que leve a tal
desfecho, o faz se perguntar o que vai acontecer depois, o que
acarretou no evento, etc. Isso também pode ser observado em vários
filmes. O papel de introdução geralmente é cumprido pelo segundo capítulo.

Abraços e boa sorte ^^
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Douglanilo
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MensagemAssunto: Re: O Guia de Sobrevivência Atualizado Qui Dez 17, 2009 4:31 pm

Primeiramente, eu fico feliz por alguém pela primeira vez responder ao meu livreto. Segundo, que foi um post grande XD.

Li toda a sua análise, e é verdade. Como eu tinha feito o livro em 3 dias na maior pressa, esqueci de deixar algo mais humano.

Mas enfim, como eu já estou montando o segundo livro, levarei as suas dicas para ele, e talvez editar este também. E é claro, você estará nos créditos que ninguém acha legal estar.

Falando no próximo, o livro contará mais sobre a história confusa do Holograma que apareceu ao narrador personagem, junto com Q. e seus dois amigos anônimos.

Mas enfim², muito obrigado pelas dicas!

Até o/

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Douglanilo
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MensagemAssunto: Re: O Guia de Sobrevivência Atualizado Sab Fev 27, 2010 8:18 am

Lá vai uma pequena atualização que por acaso não pode ser considerado um necroposting:

Agora temos uma suposta segunda parte do livro, onde que na verdade, não tem o título do suposto segundo livro, isso se deve ao fato de que a falta de imaginação dos autores (agora é autores).

Citação :
A segunda parte pode ler lida por meio de um blog, onde deverá ser lido como qualquer um: do primeiro post publicado até o mais atual.

http://agarotadoblognaarea.blogspot.com/

E também temos uma segunda parte², onde que apenas um autor escreve, logicamente, eu. Conta apenas sobre a vida do nosso amigo-sem-nome, que o endereço vocês logicamente terão de pegar pelo blog acima.

Muito obrigado pela leitura!

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MensagemAssunto: Re: O Guia de Sobrevivência Atualizado Dom Fev 28, 2010 12:40 pm

Terminei de ler agora e concordo com o Tomah.
Mas na minha opinião sua história pecou nos seguintes pontos:

-Diálogos muito mecanizados
Durante todos os capítulos os diálogos foram o ponto baixo, se fez de uma maneira fria, apenas parágrafo e a fala seguinte, faltou descrição dos movimentos, e das emoções durante as conversas.

-As falhas nos personagens
Faltou descrições detalhadas das personalidades de cada uma das personagens, a questão da evolução também é outro ponto fraco, os personagens não evoluíram no decorrer da história sendo que não foi mostrado o espírito, o lado introspectivo dos protagonistas.

-O local ao redor
Faltaram descrições dos locais que os protagonistas estiveram no decorrer da história, esse pequeno detalhe prende o leitor.

-Conclusão geral dos pontos negativos:
Todos esses pontos que toquei estão interligados e não podem ser vistos de uma maneira isolada, o que realmente falta é mais imersão na história de sua parte, mais descrição física e introspectiva. Isso se melhora com o tempo e te aconselho ler mais romances e analisar as características de escrita de diversos escritores.

-Os pontos positivos:
A primeira coisa que me chamou a atenção foi o enredo e o desenvolvimento do mesmo, a narrativa foi muito simples não causando muita confusão para os leitores, o humor no meio de situações tensas foi interessante e que me deixou até surpreso em alguns momentos e a escrita informal dos diálogos deu uma personalidade ao personagem. Enfim, uma história interessante e espero que a segunda parte da história seja tão boa quanto.

Um abração Doug!
Renato.
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